terça-feira, 7 de outubro de 2008

Poema para Outubro -8

Palmeiras geometria
São meu alimento
Secura silêncio
São minha bebida
E a infinita ausência
É a minha vida
A funda a secreta
Com sabor a pedra
E o perfume de vento

(Sophia)

1 comentário:

Vitorino Queiroz disse...

Em Outubro, algum dia,
um,dois, três ou oito,
tanto faz...
tanto tempo, ou tão pouco,
será como um manto suave
de Penélope - Antígona
perdida numa mítica
floresta, onde Sísifo poderá,
enfim, repousar os seus olhos imaginando,
como um "voyeur" do tempo,
a doçura perdida dos
"lost days
of wine and roses"...